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14 de janeiro de 2021 MKT 360DBICON0

A hora da consulta médica é sempre coberta de muitas questões, que aparecem antes, durante e, principalmente, depois. Isso acarreta em dúvidas e no famoso “o que eu poderia ter dito e/ou perguntado naquele momento”.

Sendo assim, muitos pacientes, seja pelo nervosismo, pressa ou receio, tendem a voltar para casa carregando inúmeras dúvidas a respeito de uma doença, tratamento ou até mesmo sobre a sua qualidade de vida.

Pensando nisso, trouxemos algumas perguntas básicas, outras nem tanto, para auxiliar em uma “listinha” na hora da visita ao médico, seja ela de rotina ou não. 

Como estamos falando com um enorme número de pessoas, aconselhamos a adaptar este conteúdo à sua realidade e absorver dele aquilo que realmente necessita. 

Minha consulta médica é amanhã, o que devo fazer?

Bem, para começarmos a introduzir algumas perguntas, resolvemos dar uma prévia da preparação para a sua ida ao médico. 

Verifique a sua agenda corretamente, o dia, horário e endereço da consulta. Precisa estar de jejum? Levar algum exame anterior? Ir com a bexiga cheia? Levar acompanhante? Tenha todas as informações previamente e esteja preparado(a).

Separe documentos, carteirinha do plano de saúde, cartões ou dinheiro em espécie (caso seja uma consulta particular). Deixe tudo à vista para não esquecer de nada. 

Caso não tenha carro ou alguém para lhe levar, agende uma corrida através de aplicativos de mobilidade, pois assim não correrá o risco de se atrasar. Seja pontual!

Feito tudo isso, que tal anotar suas principais dúvidas em um bloco de notas, seja no celular ou de forma física? Isso irá auxiliar a não esquecer nem uma delas. 

Como o diagnóstico vai impactar a minha vida a partir de agora?

Por que você deve fazer essa pergunta: o diagnóstico de câncer irá trazer algumas alterações na sua rotina, gerando a necessidade de realizar ajustes durante o processo de restabelecimento da saúde.

Por isso, converse com o seu médico oncologista sobre quais serão os efeitos do tratamento na sua vida (profissional, social, familiar e sexual).  

Entender quais serão as primeiras mudanças após o diagnóstico é um passo fundamental para manter a qualidade de vida ao longo do tratamento

 

Um caso comum que podemos citar é que muitas mulheres acabam perdendo a libido e a autoestima durante o tratamento de câncer de mama, por exemplo. Porém, é importante manter uma vida sexual ativa para reduzir o estresse gerado pelo tratamento, manter o bem-estar e muito mais!

Essa é apenas uma orientação entre outras que você deverá receber em relação ao processo de restabelecimento da saúde. Aproveite e acesse mais informações agora: Estou com câncer, e agora?.  

Outros exames serão necessários antes de decidirmos sobre o tratamento?

Obviamente, cada caso é um caso. Mas essa pergunta é essencial para saber se há a necessidade de se aprofundar no que está acontecendo no organismo. 

Novos e outros exames podem garantir uma análise mais minuciosa antes que qualquer decisão de tratamento seja tomada, viabilizando alternativas mais eficazes ou até mesmo menos invasivas, por exemplo. 

Qual tratamento sugere e qual é o seu objetivo? Existem outras opções?

Quando o assunto é câncer, é provável que a palavra que venha à mente seja quimioterapia. Porém, o tratamento a ser adotado varia de acordo com o diagnóstico realizado.

Ou seja, o médico oncologista pode indicar a realização de uma cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou até mesmo um transplante. Em muitas situações, podem ser combinados diferentes tratamentos para o restabelecimento da saúde.

Por isso, é importante entender com o profissional quais são os protocolos sugeridos para o seu caso, qual é a melhor forma de se preparar para cada etapa, qual é o objetivo de cada fase e se há outras opções que podem ser adotadas.

Quanto mais informações, melhor! Concorda? Por isso, preparamos um guia completo sobre a quimioterapia para que você saiba mais sobre o tratamento: https://guiasdetratamento.con.com.br/guia-de-quimioterapia/

O plano de saúde cobre esse tipo de tratamento? E o SUS? Qual é o valor caso não exista suporte?

Super importante é saber como serão os gastos com o tratamento, isso faz com que haja um maior planejamento financeiro em casa, de acordo com as necessidades impostas na próxima fase.

Existirão vários exames constantes, inclusive, que o plano não cobre? Aposte no SUS! Não deu também? Faça uma pequena poupança para imprevistos e verifique também a possibilidade do saque do FGTS.

Na fase sintomática de neoplasias, o trabalhador cadastrado nesse regime ou que tenha algum dependente em tal situação, pode fazer a retirada do dinheiro guardado. É lei!

Inclusive, fizemos um post exatamente sobre os direitos da pessoa com câncer. E você poderá conferir como a legislação resguarda esses casos.  

Quais são os prováveis efeitos colaterais e como devo me preparar para isso? Pode falar sobre os prós e contras?

Muitos tratamentos de câncer causam alguns efeitos colaterais, como enjoo, queda de cabelo e falta de libido, por exemplo. 

Ter uma noção de tudo o que pode acontecer, o que varia de acordo com cada organismo, claro, faz com que exista uma pequena preparação, como dietas especiais indicadas por nutricionistas, tratamentos alternativos, dentre outros. 

Esclarecer quais são os prós e contras do tratamento, além de ter consciência do que poderá acontecer no decorrer do mesmo, auxiliando na diminuição das expectativas negativas.

Quais serão as próximas etapas do tratamento? Ele é apenas para controle dos sintomas ou para cura?

Um tratamento tende a passar por diferentes ciclos, desde o primeiro dia até o último. Sendo assim, irão existir diferentes momentos para o organismo do paciente, até mesmo de forma psicológica. 

Ao se ter uma base sobre essas etapas, será possível compreender um pouco melhor essas fases. Além disso, ao entender sobre o controle de sintomas, suas análises ao longo do período poderão ser mais efetivas, visualizando e sentindo o progresso e passando de forma fluida pelos meses seguintes. 

Não deixe de fazer todas as perguntas necessárias ao médico durante uma consulta. Você precisa de informações de uma fonte confiável para entender o que está acontecendo com o seu corpo, e apenas a pessoa responsável pelo seu caso poderá sanar as suas dúvidas.

No CON você encontra diferentes tipos de especialidade no setor de oncologia e hematologia, favorecendo o restabelecimento da saúde através de uma dinâmica que visa um atendimento humanizado e com serviços de cuidados clínicos integrados – SCCI.. 

Agende uma consulta clicando no banner abaixo:

 

Repassando o que vimos neste post 

 

  • A hora da consulta médica é sempre coberta de muitas questões, que aparecem antes, durante e, principalmente, depois;
  • Seja pelo nervosismo, pressa ou receio, é comum voltar para casa carregando inúmeras dúvidas a respeito de uma doença ou tratamento, por exemplo;
  • Por isso, separamos algumas perguntas que podem ser úteis para a sua próxima consulta médica. Confira:
    • Como o diagnóstico vai impactar a minha vida a partir de agora?
    • Outros exames serão necessários antes de decidirmos sobre o tratamento?
    • Qual tratamento sugere e qual é o seu objetivo? Existem outras opções?
    • O plano de saúde cobre esse tipo de tratamento? E o SUS? Qual é o valor caso não exista suporte?
    • Quais são os prováveis efeitos colaterais e como devo me preparar para isso? Pode falar sobre os prós e contras?
    • Quais serão as próximas etapas do tratamento? Ele é apenas para controle dos sintomas ou para cura?

No CON você encontra diferentes tipos de especialidade no setor de oncologia e hematologia, favorecendo o restabelecimento da saúde através de uma dinâmica que visa um atendimento humanizado e multidisciplinar. Agende a sua consulta!


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1 de janeiro de 2021 MKT 360DBICON0

Mesmo com acessos ilimitados às informações disponíveis na internet, vira e mexe surgem algumas questões sobre o câncer de mama

Talvez pela insegurança da pesquisa, por ter completado recentemente a idade que exige uma maior “manutenção” nos exames, ou até mesmo por alguma desconfiança de nódulo.

Saiba que quando surge uma dúvida, mesmo que simples, é preciso investigá-la, pois nosso corpo nos dá sinais das mais diversas maneiras, inclusive através dessas perguntas que costumam aparecer de repente. 

Sendo assim, fizemos um apanhado de mitos e verdades sobre o câncer de mama e você poderá conferir ao longo deste post. 

Conheça os principais mitos e verdades sobre o câncer de mama

Dúvida é uma coisa que tira o sono de qualquer pessoa, independente sobre o que ela seja. Então, chegou a hora de acabar com esses devaneios e ter certeza de uma coisa: a maioria das perguntas possui uma resposta. 

Não preciso fazer mamografia porque já faço o autoexame das mamas com frequência. MITO!

Essa é uma resposta que parece meio óbvia, não é mesmo? Mas muitas mulheres se perguntam sobre isso, afinal, o autoexame é super rápido, simples e deve ser feito mensalmente

Porém, ele não extingue a necessidade de aprofundar um pouco mais na análise das mamas, seja através da mamografia ou até mesmo da ultrassonografia. Apenas o médico poderá dizer qual dos exames é indicado para o seu caso.

A American Cancer Society (ACS) recomenda a mamografia, junto com o autoexame e o exame clínico feito por um profissional de saúde como forma de diagnosticar precocemente o câncer de mama

Uma mamografia por ano é o suficiente para detectar precocemente algum tipo de nódulo, seja ele benigno ou maligno. O importante é manter a prevenção!

Vale ressaltar que 80% dos casos de câncer de mama são descobertos pelas próprias pacientes, através da palpação. Isso as leva para uma consulta ainda mais rápida. 

No Brasil, existe a lei 11.664 desde 2010, que prevê a realização de mamografia em todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Então, não deixe para depois!

Apenas quem tem histórico de câncer de mama na família possui chance de desenvolver a neoplasia. MITO!

Embora o histórico familiar seja um fator de risco importante, nem todos os casos correspondem a esse motivo. 

Outros pontos que merecem a atenção das mulheres são:

  • Idade;
  • Menstruação precoce;
  • Menopausa tardia;
  • Ausência de gravidez;
  • Reposição hormonal;
  • Colesterol alto;
  • Obesidade. 

Por isso, é fundamental que as mulheres façam o rastreamento com a mamografia a partir dos 40 anos. 

O histórico familiar do meu pai não aumenta o risco de câncer de mama. MITO!

Essa pergunta é extremamente relevante, pois existem pessoas que acreditam que apenas o histórico do lado da mãe é relevante, porém, deve-se considerar as duas partes da família na hora de buscar o rastreamento da neoplasia.  

A oncogenética pode ajudar a definir as medidas preventivas corretas para que um possível paciente consiga se antecipar ao surgimento do câncer, além de encontrar informações relevantes para os familiares.  

Mulheres com seios pequenos têm menos chances de ter câncer de mama. MITO!

Como cada pessoa é única, o tamanho dos seios nada tem a ver com o desenvolvimento do câncer de mama. Não existe um tamanho específico para que a neoplasia aconteça.

Os tumores se desenvolvem porque existe o tecido mamário, fazendo com que os nódulos apareçam, sejam os seios grandes, médios ou pequenos. 

Podendo ser benignos ou malignos, o que vale é descobrir qualquer alteração o quanto antes, por isso o autoexame se faz tão necessário, pois através dele pode-se ter uma ideia se o médico deve ser procurado imediatamente ou não.

Aqui no Blog CON você encontra um passo a passo completo para a sua palpação. Acesse agora mesmo e marque os dias no seu calendário: Passo a passo para o autoexame de mama | CON | Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão

A prótese de silicone pode trazer dificuldades para fechar um diagnóstico apenas com a mamografia. VERDADE!

A prótese, muitas vezes, dificulta sim o autoexame, bem como a mamografia, mas ela não impede que ambos sejam feitos. 

Sendo assim, existem casos em que o médico pode solicitar outros exames, como a ressonância magnética das mamas, por exemplo, para visualizar melhor as características e fechar um diagnóstico ainda mais preciso. 

Porém, vale reforçar que a existência de prótese na região não é um fator de risco do câncer de mama.

Nódulo na mama significa câncer. MITO

Nem todos os nódulos são câncer de mama, como falamos anteriormente do caso da pancada, por exemplo. 

Algumas mudanças hormonais, principalmente no período menstrual e na ovulação, ou até mesmo quando a mulher está fazendo tratamento com hormônios, podem levar a aparecer pequenos nódulos.

Nesse caso eles são benignos, assim como a maioria dos que são palpáveis. Durante o autoexame, qualquer variação notada deverá ser comunicada ao médico na sua próxima consulta e não se esqueça de agendá-la o quanto antes.

Câncer descoberto no início tem cura. VERDADE!

Todo câncer, quando diagnosticado precocemente, tem altas chances de cura. No caso do câncer de mama não poderia ser diferente.

Quando descoberto no começo, as chances de cura sobem para 90%, pois os tratamentos podem ser iniciados para combater a proliferação das células cancerígenas.

A amamentação é um fator de prevenção do câncer de mama? VERDADE!

Uma curiosidade é que durante o período de amamentação as células reduzem a sua multiplicação, pois estão produzindo leite. Tal fato reduz o risco de desenvolver a neoplasia.

Mas não pense que isso extingue a necessidade de realizar o autoexame e as consultas periódicas ao médico, inclusive com a mamografia anual para mulheres acima dos 40. 

Desodorante causa câncer de mama. MITO!

Este é um dos boatos mais antigos que existem quando o assunto é a neoplasia mamária. Porém, não há evidências científicas que comprovem a relação entre ambos. 

Caso você não se sinta confiante com relação à informação, atualmente, existem diversas marcas de produtos naturais disponíveis no mercado, o que pode ser uma excelente opção para esse caso. 

A frequência sexual afeta a chance de desenvolver câncer de mama. MITO!

Outro boato a respeito da neoplasia diz respeito à atividade sexual, porém, também não há qualquer relação entre ambos quando o assunto é prevenção

Por outro lado, vale lembrar que a gravidez e a amamentação ajudam a prevenir problemas de saúde na região, mas não extingue a necessidade do autoexame e das consultas periódicas ao médico.

Se eu tiver câncer de mama não vou poder engravidar. MITO!

É possível engravidar de forma natural caso a paciente volte a menstruar após o processo de  restabelecimento da saúde. 

Para que isso aconteça, a menopausa química, que acontece por causa da quimioterapia, precisa ser reversível.

Menstruei cedo. Tenho mais chances de desenvolver a neoplasia mamária? VERDADE!

Quando a menarca acontece de forma precoce, significa que o corpo está produzindo os hormônios femininos em alta quantidade. E quanto mais cedo acontecer a menstruação, maior será o tempo de exposição ao estrogênio, que atua no desenvolvimento das células da glândula mamária.

O mesmo vale para a menopausa tardia. A demora na chegada dessa fase pode ser um fator de risco para a neoplasia.

Se minha mãe passou pelo tratamento na mama, eu também irei passar. MITO!

Conforme falamos acima, o histórico familiar é um fator de risco, mas não significa que todas as pessoas certamente irão realizar algum tipo de tratamento contra o câncer.

Por outro lado, é importante conversar com o seu médico para receber a orientação necessária em relação ao rastreamento da neoplasia.

Podem ser necessários mais exames além da mamografia. VERDADE! 

E apenas o seu médico poderá falar mais a fundo sobre essa questão. Aqui, vamos apenas dar uma pincelada:

É muito comum que mulheres jovens tenham seios mais densos, o que atrapalha a detecção de tumores apenas com a mamografia ou até mesmo durante o autoexame.

Ou seja, para que o diagnóstico seja preciso, seu médico pode solicitar, além da mamografia, a ultrassonografia e/ou até mesmo a ressonância magnética.

Estou amamentando, por isso não posso fazer a mamografia. MITO!

A maioria dos exames não interfere no período de lactação, até porque é a sua saúde que está em pauta e deve ser levada muito a sério. 

As mamas passam por alterações durante a amamentação, aumentando e diminuindo muitas vezes de tamanho, bem como se tornando um pouco mais rígidas, por causa do leite.

Continue realizando o seu autoexame de mamas, principalmente se você estiver acima dos 40 e, caso encontre algum tipo de alteração, agende uma consulta com o seu médico. 

Qualquer exame solicitado por ele não fará mal algum para a amamentação ou para o seu bebê, fique tranquila!

O câncer de mama pode ser causado por uma pancada na região? MITO!

Muitas vezes uma pancada muito forte pode sim acarretar em nódulos, mas eles nada tem a ver com a neoplasia

Por serem muito parecidos com tumores, é preciso ficar atento aos detalhes e compartilhar a situação com o médico que já faz o seu acompanhamento. 

Esses nódulos provenientes de pancadas são benignos, mas é aconselhado continuar com o autoexame mensal, bem como as mamografias anuais, como de praxe.

O câncer de mama acontece só em mulheres. MITO!

Apesar de existir um maior índice de incidência no público feminino, o câncer de mama também pode aparecer nos homens. 

Mesmo sendo raro ele pode aparecer devido à presença de glândulas mamárias e hormônios femininos, mesmo que sejam em quantidades bem pequenas.

Alguns sintomas podem ser diferentes, saiba quais são eles:

  • Protuberância ou inchaço, geralmente indolor, porém nem sempre;
  • Vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo;
  • Pele ondulada ou enrugada;
  • Inchaço nos linfonodos nas axilas;
  • Retração do mamilo.

O homem também precisa se cuidar e vale observar as mamas da mesma forma que as mulheres, afinal, a saúde é o nosso principal bem.

Estamos de portas abertas para receber você!

Percebeu algum sinal nas mamas? Ainda não realizou o rastreamento nos últimos 12 meses? Então, agende a sua consulta em uma de nossas unidades!

Nossas unidades estão prontas para receber você e proporcionar toda a segurança necessária para que a sua consulta aconteça da forma mais tranquila possível. Da porta de entrada ao momento de saída, estamos seguindo rigorosamente todas as medidas de biossegurança necessárias contra a COVID-19.

Recentemente, recebemos a certificação Covid Free, que comprova que nossas unidades estão seguras para receber os pacientes, colaboradores e equipe médica diariamente.

A prevenção do câncer de mama não pode esperar! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo:

 

Repassando o que vimos neste post

 

  • Mesmo com a realização do autoexame de mamas é preciso fazer a mamografia;
  • Até mesmo pessoas que não possuem histórico de câncer na família podem desenvolver neoplasias;
  • Independente do histórico familiar, seja ele de pai ou mãe, é necessário realizar exames preventivos;
  • Mulheres que possuem pouco seio também podem desenvolver o câncer de mama;
  • É verdade que a prótese de silicone pode trazer dificuldades para fechar um diagnóstico apenas com a mamografia. Por isso, é preciso verificar a necessidade de outros exames com um médico de confiança;
  • Nem todo nódulo que aparece no seio pode significar câncer de mama, mas o ideal é verificar com o seu ginecologista;
  • A maioria dos casos de câncer diagnosticados precocemente possui grandes chances de cura;
  • Amamentar pode sim prevenir o câncer de mama;
  • Você pode, inclusive, fazer mamografia mesmo amamentando;
  • Não é verdade que desodorantes podem causar câncer de mama, mas você também pode optar por versões mais naturais se preferir;
  • Mesmo que você tenha uma vida sexual ativa, a neoplasia pode aparecer;
  • É mito que você não pode engravidar se tiver câncer de mama;
  • A menstruação precoce pode ser um fator que aumenta as chances de neoplasia mamária;
  • Não é porque sua mãe teve câncer de mama que você também vai ter;
  • Existem outros exames além da mamografia que podem ser necessários para um melhor diagnóstico;
  • Pancadas na região dos seios não causam câncer de mama;
  • O câncer de mama não acontece apenas em mulheres, os homens também precisam se cuidar;
  • Procure sempre um médico de confiança para garantir um diagnóstico precoce e preciso. Conte com o CON!

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Obtenha todas as informações que você precisa saber!

Inicialmente, é importante destacar que todos os indivíduos são suscetíveis e estão sob risco de contrair a Covid-19, não se sabendo previamente como cada um irá reagir e desenvolver complicações relacionadas à infecção, inclusive pacientes com câncer.

Embora uma publicação de fevereiro de 2020, de um grupo chinês na revista científica Lancet Oncology, aponte para um maior risco dos pacientes com câncer apresentarem complicações relacionadas à Covid-19, podemos dizer que tais dados não são suficientemente robustos para uma conclusão definitiva. 

O estudo recebeu críticas quanto à metodologia, pois a análise foi realizada em um grupo bastante heterogêneo de pacientes e com baixa casuística. 

Portanto, não está realmente claro se os pacientes com câncer constituem de fato um grupo de maior risco às complicações pela Covid-19, sendo precipitada qualquer conclusão.

Por outro lado, de acordo com os dados publicados por pesquisadores chineses, coreanos e italianos sabemos que os indivíduos mais suscetíveis a complicações são os idosos com doenças cardíacas, doenças pulmonares e/ou diabetes. 

Portanto, é importante destacar que essas comorbidades podem estar presentes nos pacientes com diagnóstico de câncer.

Pacientes com câncer e seus tratamentos, o que fazer?

Em relação aos pacientes com diagnóstico de câncer e que fazem acompanhamento e tratamento em regime ambulatorial (day clinic) as recomendações são bem específicas, devem ser analisados caso a caso e também levar em consideração a relação risco-benefício para ocorrer o deslocamento do paciente ao seu local de tratamento

Os pacientes que já concluíram os seus respectivos tratamentos oncológicos e se encontram em acompanhamento clínico ou realizando exames de imagem e/ou laboratoriais para vigilância, devem permanecer em suas residências e, portanto, manter o isolamento domiciliar e o distanciamento social orientados pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais. 

Preferencialmente e havendo disponibilidade, esses pacientes deverão realizar tele consultas com os seus médicos oncologistas ou hematologistas e com os demais profissionais de saúde que os assistem regularmente (nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e farmacêuticos).

Em relação aos pacientes que se encontram em tratamento (quimioterapia, terapia alvo e imunoterapia), geralmente, a tendência é seguir com a programação já estabelecida pelo médico assistente responsável. 

Entretanto, algumas modificações podem ocorrer diante do caráter excepcional do momento pelo qual passamos, como prolongamento de intervalos dos ciclos de tratamento subsequentes, modificação para esquemas terapêuticos, onde o paciente tenha menos idas ao local de tratamento, adiamento do início de alguns tratamentos respeitando-se o diagnóstico e as comorbidades associadas de cada paciente e a realização de triagem via telefone e no dia anterior ao tratamento, relacionada a sinais e sintomas gripais.

Em resumo:

  • Compareça às consultas com somente 1 (um) acompanhante, que esteja sem sinais/sintomas gripais;
  • Lave as mãos regularmente com água e sabão;
  • Não leve as mãos ao rosto;
  • Mantenha o distanciamento social e o isolamento domiciliar, tentando se deslocar apenas para o essencial;
  • Somente procure o hospital em caso de febre que não cessa, tosse persistente e falta de ar;
  • A princípio, mantenha o seu tratamento oncológico, mas discuta com o seu médico a melhor conduta para o seu caso. 

As ações e o sacrifício são extremamente necessários para frear a disseminação do novo coronavírus e garantir a saúde e a sustentabilidade coletivas! Façamos a nossa parte!

Dr Bruno de Araújo Lima França

Diretor Médico CON

Oncologista Clínico

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