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Obtenha todas as informações que você precisa saber!

Inicialmente, é importante destacar que todos os indivíduos são suscetíveis e estão sob risco de contrair a Covid-19, não se sabendo previamente como cada um irá reagir e desenvolver complicações relacionadas à infecção, inclusive pacientes com câncer.

Embora uma publicação de fevereiro de 2020, de um grupo chinês na revista científica Lancet Oncology, aponte para um maior risco dos pacientes com câncer apresentarem complicações relacionadas à Covid-19, podemos dizer que tais dados não são suficientemente robustos para uma conclusão definitiva. 

O estudo recebeu críticas quanto à metodologia, pois a análise foi realizada em um grupo bastante heterogêneo de pacientes e com baixa casuística. 

Portanto, não está realmente claro se os pacientes com câncer constituem de fato um grupo de maior risco às complicações pela Covid-19, sendo precipitada qualquer conclusão.

Por outro lado, de acordo com os dados publicados por pesquisadores chineses, coreanos e italianos sabemos que os indivíduos mais suscetíveis a complicações são os idosos com doenças cardíacas, doenças pulmonares e/ou diabetes. 

Portanto, é importante destacar que essas comorbidades podem estar presentes nos pacientes com diagnóstico de câncer.

Pacientes com câncer e seus tratamentos, o que fazer?

Em relação aos pacientes com diagnóstico de câncer e que fazem acompanhamento e tratamento em regime ambulatorial (day clinic) as recomendações são bem específicas, devem ser analisados caso a caso e também levar em consideração a relação risco-benefício para ocorrer o deslocamento do paciente ao seu local de tratamento

Os pacientes que já concluíram os seus respectivos tratamentos oncológicos e se encontram em acompanhamento clínico ou realizando exames de imagem e/ou laboratoriais para vigilância, devem permanecer em suas residências e, portanto, manter o isolamento domiciliar e o distanciamento social orientados pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais. 

Preferencialmente e havendo disponibilidade, esses pacientes deverão realizar tele consultas com os seus médicos oncologistas ou hematologistas e com os demais profissionais de saúde que os assistem regularmente (nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e farmacêuticos).

Em relação aos pacientes que se encontram em tratamento (quimioterapia, terapia alvo e imunoterapia), geralmente, a tendência é seguir com a programação já estabelecida pelo médico assistente responsável. 

Entretanto, algumas modificações podem ocorrer diante do caráter excepcional do momento pelo qual passamos, como prolongamento de intervalos dos ciclos de tratamento subsequentes, modificação para esquemas terapêuticos, onde o paciente tenha menos idas ao local de tratamento, adiamento do início de alguns tratamentos respeitando-se o diagnóstico e as comorbidades associadas de cada paciente e a realização de triagem via telefone e no dia anterior ao tratamento, relacionada a sinais e sintomas gripais.

Em resumo:

  • Compareça às consultas com somente 1 (um) acompanhante, que esteja sem sinais/sintomas gripais;
  • Lave as mãos regularmente com água e sabão;
  • Não leve as mãos ao rosto;
  • Mantenha o distanciamento social e o isolamento domiciliar, tentando se deslocar apenas para o essencial;
  • Somente procure o hospital em caso de febre que não cessa, tosse persistente e falta de ar;
  • A princípio, mantenha o seu tratamento oncológico, mas discuta com o seu médico a melhor conduta para o seu caso. 

As ações e o sacrifício são extremamente necessários para frear a disseminação do novo coronavírus e garantir a saúde e a sustentabilidade coletivas! Façamos a nossa parte!

Dr Bruno de Araújo Lima França

Diretor Médico CON

Oncologista Clínico


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Um ato simples e que é fundamental para prevenir até mesmo o coronavírus!

Você sabia que lavar as mãos pode evitar o surgimento de diversas doenças? 

Em momentos como o de prevenção ao coronavírus, é necessário redobrar a atenção e os cuidados com a higiene pessoal.

Embora seja comum associar a lavagem das mãos aos cuidados com recém-nascidos ou quando realizamos visitas em hospitais, é fundamental ter em mente que o ato precisa fazer parte da rotina de todos.

Por isso, o Blog CON traz uma reflexão sobre a importância da ação, além de dicas para que você cuide bem da sua saúde a partir das mãos.

Boa leitura!

Qual a importância em lavar as mãos corretamente?

Embora possa parecer uma ação simples, lavar as mãos é fundamental para evitar o contato com as chamadas doenças infecciosas, transmitidas por vírus ou bactérias. Alguns exemplos são:

  • Conjuntivite;
  • Hepatite A;
  • Giardíase;
  • Gripes e resfriados;
  • Coronavírus.

Você pode estar se perguntando: “por que apenas lavar as mãos pode prevenir tantos problemas de saúde? Parece tão simples para as consequências que podem surgir”. 

Vamos imaginar a seguinte situação: uma pessoa gripada espirra ou tosse nas mãos e toca uma maçaneta para abrir a porta. Alguns minutos depois, você coloca a mão na mesma maçaneta e não lava em seguida. Se você coçar seu olho ou seu nariz com a mão contaminada, a chance de acontecer a transmissão do coronavírus, por exemplo, é alta, concorda?

Podemos considerar que as mãos são fundamentais para que haja o primeiro contato com o vírus. Por uma distração, você pode utilizar seus dedos para coçar os olhos, nariz ou boca, o que aumenta o contato com o vírus.

Quando devemos lavar as mãos?

A OMS, Organização Mundial da Saúde, recomenda que a ação seja realizada de forma frequente ao longo do dia. 

Vale lembrar que existem momentos específicos em nossa rotina que já exigem a lavagem das mãos, como:

  • Após utilizar transporte público;
  • Ao tossir ou espirrar;
  • Antes de entrar em contato com pessoas que possuem imunidade baixa;
  • Antes de preparar ou consumir refeições; 
  • Após jogar o lixo fora/separar o lixo para jogar fora;
  • Após ir ao banheiro. 

Além de manter a higienização das mãos em dia, é fundamental que elas sejam lavadas da maneira correta. 

Se você ainda não sabe todos os passos para uma higienização perfeita, não se preocupe: o CON separou as melhores dicas para que você lave as suas mãos da forma mais completa possível. 

Confira a seguir:

Como lavar as mãos corretamente? 12 passos para a prevenção:

  1. Abra a torneira para molhar as mãos, sempre evitando encostar na pia;
  2. Aplique o sabonete na palma da mão;
  3. Esfregue as palmas das mãos, ensaboando-as;
  4. Esfregue bem os dedos;
  5. Entrelace os dedos para friccionar os espaços entre eles;
  6. Esfregue as pontas dos dedos na palma da outra mão;
  7. Esfregue os polegares;
  8. Em um movimento de “vai-e-vem”, esfregue os dorsos dos dedos;
  9. Esfregue, em movimento circular, os punhos;
  10. Enxágue bem as mãos, evitando, se possível, encostar as mãos limpas na torneira;
  11. Seque bem as mãos com uma toalha ou papel toalha (utilizando a quantidade suficiente de folhas);
  12. Pronto! Suas mãos já estão higienizadas!

Lavar as mãos com água e sabão: a combinação perfeita para a prevenção

Como você já pode ter ouvido falar, lavar as mãos (muito bem) auxilia no combate aos vírus e bactérias que podem entrar em contato de diversas formas. 

Além de ser muito prático, podemos fazer essa higiene sempre que possível e/ou necessário. 

Também podemos utilizar o álcool em gel para a higienização das mãos, muito eficaz quando não há a alternativa imediata de água e sabão, como quando vamos aos mercados, por exemplo. 

Mas vale lembrar que o confinamento é a melhor forma de evitar que o Coronavírus se espalhe, por isso, mantenha-se na segurança da sua casa!

Dia Mundial de Lavar as Mãos: conscientização e prevenção

O ato de lavar as mãos é tão importante quando pensamos em atitudes que geram saúde, que existe um dia específico para a conscientização do assunto: 15 de outubro.

Governos e organizações sanitárias se reúnem para realizar ações de conscientização sobre o assunto, reforçando a importância de lavar as mãos para evitar o surgimento de doenças.

O Dia Mundial de Lavar as Mãos também traz o incentivo para que a ação se torne um hábito desde a infância, com campanhas voltadas para as escolas em nosso país. 

A prevenção pode salvar vidas: previna-se! 

Quando pensamos em qualidade de vida, existem diversas ações que são eficazes quando o assunto é a prevenção de doenças.

Para manter o bem-estar e a saúde em dia, é fundamental fazer a nossa parte e adotar as medidas necessárias para combater não apenas o coronavírus, como outros problemas. 

Lembre-se: talvez você não faça parte do grupo de risco do coronavírus, mas ao adotar medidas de prevenção, você também irá contribuir para que a doença não seja transmitida a quem está mais vulnerável.

Falando nisso, você já lavou as mãos hoje?


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O CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão, baseado nas informações disponibilizadas pela Organização Mundial de Saúde, pelo Ministério da Saúde, pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica e pela comunidade científica, e comprometido em promover a saúde, garantir o melhor cuidado aos nossos pacientes e a seus familiares e cuidadores e também em orientar de maneira criteriosa e responsável a população de forma geral, recomenda as seguintes medidas preventivas em relação à pandemia pelo novo coronavírus (COVID-19).

A toda a população:
– Manter a higiene frequente das mãos com água e sabão/sabonete ou preparação alcoólica (álcool em gel) diversas vezes ao dia.
– Evitar tocar olhos, nariz e boca sem higienização adequada das mãos.
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, com cotovelo flexionado ou utilizando-se de um lenço descartável.
– Evitar ambientes fechados e principalmente aglomerações.
– Nesse momento, somente tem indicação de realizar o exame para o diagnóstico de COVID-19 quem estiver com determinados sintomas como febre, tosse, dor no corpo, falta de ar e tiver entrado em contato com caso suspeito ou confirmado de COVID-19 ou tiver histórico de viagem ao exterior nos últimos 14 dias.
– Destacamos que as pessoas com qualquer sintoma de gripe e que tiveram contato com indivíduos na mesma condição ou aquelas que tenham o diagnóstico confirmado de coronavírus (COVID-19) devem evitar se aproximar de demais pessoas. A recomendação é para que fiquem em casa.
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
– Vacinar contra o vírus influenza (vacina da gripe), seguindo o novo cronograma do Ministério da Saúde a partir de 23 de março de 2020. Os idosos e profissionais de saúde devem se vacinar em 23 de março de 2020. Os portadores de doenças crônicas (câncer) devem se vacinar em 16 de abril de 2020.
– É importante destacar que o uso de vitaminas, produtos naturais ou métodos alternativos não são recomendados, pois não apresentam eficácia comprovada e não substituem as medidas preventivas já estabelecidas ao novo coronavírus.

Aos pacientes com diagnóstico de câncer é muito importante destacar:
– Não interromper os seus respectivos tratamentos oncológicos.
– Evitar o contato físico, como os cumprimentos com aperto de mão, beijos e abraços.
– Evitar contato com qualquer pessoa que tenha sintomas gripais ou que esteja em investigação para possível infecção pelo novo coronavírus.
– Evitar contato com pessoas que estejam chegando do exterior, com ou sem sintomas gripais.
– Caso apresente um dos seguintes sintomas, favor contatar o seu médico: Febre, coriza, tosse seca, falta de ar.

Nos hospitais, centros médicos, nas clínicas e consultórios:
– Evitar contato físico direto, com o seu médico, a equipe de saúde e com todas as pessoas que circulam pelo ambiente hospitalar.
– Permanecer somente o tempo necessário na estrutura de saúde.
– Os pacientes que são submetidos a tratamento e/ou que realizam consultas em clínica de oncologia devem comparecer somente com um acompanhante e este não apresentando sintomas de gripe.
– As visitas hospitalares a familiares, amigos, etc. devem ser reconsideradas, sendo restritas a situações muito específicas e estritamente necessárias.

A pandemia relacionada ao coronavírus merece total atenção das lideranças e das estruturas de saúde pública e privada, pois as consequências de uma falta de ação célere, integrada e preventiva podem trazer gravíssimas consequências e o colapso do sistema de saúde.

A implementação de precauções de forma padronizada e coordenada constitui a principal medida de prevenção da transmissão entre pacientes, profissionais de saúde e a população em geral e deve ser adotada pensando-se no cuidado coletivo. Atualmente não existe vacina para a prevenção de infecção por coronavírus (COVID-19), então a melhor maneira de prevenir é evitar a exposição ao vírus.

Sabemos que os indivíduos de maior risco são os idosos frágeis e os portadores de doenças crônicas (comorbidades), onde destacamos os pacientes com câncer. Nesses pacientes as alterações de imunidade decorrentes do próprio câncer, de estados de pós operatório, pelos diversos tipos de tratamento (quimioterapia, corticoterapia, hemoterapia, transplante de medula e radioterapia) os classificam como pacientes com alto risco de complicações em caso de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19). O alerta é necessário, sendo essencial agirmos de forma preventiva, criteriosa, padronizada e coletiva.

Estaremos atentos às atualizações e novas recomendações das autoridades especializadas visando sempre ao melhor cuidado e à segurança de todos.

Dr Bruno de Araújo Lima França
Diretor Médico CON

Fontes:
– Organização Mundial de Saúde
– Ministério da Saúde
– Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
– Fundação Osvaldo Cruz
– New England Journal of Medicine


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Descubra as respostas para as principais dúvidas sobre o exame de prevenção ao câncer de mama 

O exame de mamografia é uma das formas mais eficazes para detectar, de forma precoce, o câncer de mama.

Além de nódulos palpáveis, a mamografia também identifica diferentes formas da neoplasia, que o autoexame não permite encontrar. Por exemplo, os microcristais de cálcio, que ficam depositados no tecido mamário.

A realização do exame de forma periódica é fundamental, pois, dessa forma, as chances de cura da neoplasia são mais altas. Ou seja, a prevenção é a melhor solução! 

No entanto, existe uma certa resistência do público feminino, pois alguns mitos sobre a realização do exame são divulgados. 

Pensando nisso, separamos alguns levantamentos muito comuns, para que as informações se tornem mais claras para você. Confira!

“Não tenho histórico de câncer de mama na família, então não preciso fazer o exame”: mito!

Você sabia que 85% das pessoas que realizam tratamento oncológico não possuem histórico da neoplasia na família?

Logo, é fundamental que você faça o exame anualmente. Verifique nos próximos itens as indicações de idade e cuide-se!

“Fiz o autoexame e não encontrei nódulos… preciso fazer a mamografia?”: sim!

Sim, você precisa!

A Sociedade Brasileira de Mastologia indica que a mamografia deve ser realizada anualmente por mulheres acima dos 40 anos. Mesmo que não exista histórico familiar, como citamos acima. 

Além disso, é importante relembrar que a mamografia identifica outras formas de manifestação da neoplasia.

“A mamografia dói”: depende!

A sensação de incômodo varia de acordo com a sensibilidade da paciente. 

No entanto, o exame pode, sim, gerar um leve incômodo na região durante a realização. 

Durante o período menstrual, por exemplo, os seios tendem a ficar mais sensíveis, contribuindo para a sensação de dor.

“A mamografia causa câncer de tireoide”: mito!

Como existe exposição da mama à radiação durante o exame, especulou-se que os raios também atingiriam a tireóide, causando a necessidade de tratamento oncológico na região.

Na verdade, a radiação emitida no exame é direcionada para as mamas, atingindo outras regiões do corpo de forma extremamente baixa (menos de 1%). 

Ou seja, não há indícios de que a mamografia seja capaz de causar câncer de tireoide.   

“Eu tenho silicone, então não posso fazer o exame”: mito!

Não só pode, como deve!

No entanto, é importante avisar ao profissional que você possui próteses na região dos seios, pois o exame é realizado de forma diferente nesse caso. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, “nessa situação, a ultrassonografia pode ser útil por ajudar a complementar a avaliação das próteses e elucidar eventuais achados obscurecidos pelas próteses a mamografia”.

Vale lembrar, também, que será aplicada uma menor quantidade de pressão na região durante o exame. Assim, não há a possibilidade da prótese romper. 

Também existe a possibilidade da realização de uma ultrassonografia, porém cabe ao médico especialista decidir qual o exame ideal para cada caso, que geralmente são específicos. 

Como funciona o exame de mamografia?

Considerado o raio-x da mama, o exame é realizado em um aparelho chamado mamógrafo.

Consiste em duas placas que se aproximam, pressionando os seios por pouco tempo para captar as imagens. A mamografia pode ser realizada de forma analógica ou digital. 

E, quando falamos em exame, não podemos deixar de pensar em dois profissionais essenciais (e complementares) para a prevenção e o combate ao câncer de mama: o Mastologista e o Ginecologista. 

 

Realizem os exames necessários e mantenham a saúde em dia. A prevenção é um ato de amor próprio e pode salvar vidas!

 

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Fonte:

https://saude.abril.com.br/medicina/mamografia-para-cancer-de-mama-o-que-e-e-quando-fazer-esse-exame/

https://www.sbmastologia.com.br/noticias/dia-nacional-da-mamografia-sbm-esclarece-duvidas-sobre-o-exame/


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Prevenção e cuidados femininos são importantes!


A campanha mundial ‘Janeiro Verde’ é dedicada a conscientizar e alertar a população feminina sobre a prevenção ao câncer de colo do útero.

Também chamado de câncer cervical, este é o terceiro tumor maligno mais incidente entre a população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), excetuando-se o câncer de pele não-melanoma. É, ainda, a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

Conheça os fatores de risco do câncer de colo do útero

O principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de colo do útero é a infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), uma doença sexualmente transmissível (DST).

Os subtipos HPV16 e o HPV18 são os mais vinculados ao desenvolvimento deste câncer e estão presentes em cerca de 70% dos casos.

A vacina contra o HPV é uma das ferramentas para a prevenção ao câncer de colo do útero.

No Brasil, o Ministério da Saúde implementou, em 2014, no Sistema Único de Saúde a vacinação gratuita para meninas de 9 a 13 anos.

A partir de 2017, o Ministério ampliou a vacinação para meninas de 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os subtipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.

Outros fatores de risco são:

– Imunossupressão (infecção pelo HIV, por exemplo);
– Início precoce da atividade sexual e com múltiplos parceiros;
– Uso prolongado de anticoncepcionais orais;
– Tabagismo.

Dentre os fatores de proteção tem-se que mencionar os métodos de barreira, como as camisinhas, durante a relação sexual.

Prevenção e o diagnóstico precoce são de extrema importância!

O exame preventivo do câncer de colo uterino (Papanicolau) é a principal estratégia para a detecção de lesões precursoras e o diagnóstico da doença em fase inicial e deve ser realizado periodicamente.

É fundamental destacar que mesmo as mulheres vacinadas devem realizar o exame preventivo. 

“Em relação aos sinais e sintomas mais comuns, devemos ressaltar que eles são inespecíficos ou já podem indicar doença em estágios mais avançados”, afirma a Dra. Cristiane Rocha, oncologista do CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão. “Entre os sintomas, destacam-se: sangramento vaginal, corrimento ou secreção atípica vaginal, dor e/ou sangramento após relação sexual e dor na região pélvica”.

O câncer de colo do útero tem altíssimas chances de ser prevenido ou de ser tratado precocemente de maneira curativa.

Entre os tipos de tratamento estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. “O tratamento varia de acordo com o estadiamento (estágio de evolução da doença) que é definido por exame ginecológico a ser realizado por ginecologista especializado em oncologia e exames de imagem. A curabilidade em estádio I gira em torno de 95% e por isso a importância do exame preventivo regularmente para o diagnóstico precoce”, afirma a especialista.

 


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Atenção aos sinais e previna-se!

O mês de dezembro é marcado pela campanha Dezembro Laranja, que alerta para a importância da prevenção ao câncer de pele, tipo mais frequente no Brasil. 

Com a chegada do verão, os cuidados com a exposição excessiva aos raios ultravioleta, principal fator de risco para a doença, devem ser redobrados, em especial o UVB, que está associado à queimadura solar.

 A prevenção e a detecção precoce são as maiores aliadas contra o câncer de pele. Sendo assim, alguns cuidados devem ser tomados, tais como: 

  • Evitar exposição ao sol no período de 10h às 16h;
  • Aplicar protetor solar diariamente;
  • Utilizar chapéu e óculos escuros para atividades ao ar livre.

Essas informações são válidas para o ano todo, mas devem ser reforçados durante o verão, que começa no dia 22 de dezembro. 

Além disso, é importante estar atento a qualquer alteração em forma de pintas, manchas ou feridas na pele.

 Há dois tipos de câncer de pele: o não-melanoma, de maior incidência e baixa mortalidade, e o melanoma, que representa apenas 3% dos casos de câncer de pele, porém com maior índice de mortalidade. 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele não-melanoma corresponde a 30% de todos os diagnósticos e a estimativa para o biênio 2018/2019 é de 165 mil novos casos no país.

“O câncer de pele não-melanoma possui altas chances de cura quando detectado precocemente. Já o melanoma é mais grave devido ao alto risco de metástase”, explica o Dr. Bruno França, oncologista clínico e Diretor Médico do CON.

Segundo o médico, o câncer de pele é mais comum a partir dos 50 anos, sendo mais incidente em homens. 

“Quanto mais clara a pele, maior o risco, mas qualquer pessoa pode desenvolver a doença. Os nevos melanocíticos, popularmente chamados de ‘pintas’ ou ‘sinais’ na pele, também são um fator de risco. Existe, ainda, uma pequena parcela da população que possui o risco relacionado à predisposição hereditária ou a doenças raras”, completa França.

 Os sintomas do melanoma estão relacionados ao aparecimento ou alteração de manchas na pele, conforme a regra internacional conhecida como ABCDE, em que cada letra corresponde a uma característica:

  • Assimetria: uma metade do sinal é diferente da outra;
  • Bordas irregulares: contorno mal definido;
  • Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul);
  • Diâmetro: maior que 6 milímetros;
  • Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor).

Caso seja observado algum desses sinais, é recomendável ir ao dermatologista, que fará uma avaliação da pele e, se necessário, uma biópsia da lesão suspeita. 

“Essa avaliação também pode e deve ser realizada antes do aparecimento de sintomas, como forma de detecção precoce. A periodicidade do exame vai ser indicada pelo dermatologista, de acordo com o risco do paciente”, destaca Dr. Bruno.

 Quando diagnosticado no início, o tratamento do câncer de pele é simples. “Pode ser realizada a retirada cirúrgica da lesão, com margens de segurança. Já nos casos mais avançados, além da cirurgia, pode ser indicada radioterapia ou as terapias sistêmicas. Atualmente, temos novos tratamentos para o melanoma avançado localmente ou metastático, como a imunoterapia e a terapia alvo, que revolucionaram o prognóstico da doença”, explica o oncologista.

www.con.com.br

 


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Como o CON atua no Novembro Azul e em todas as outras épocas do ano?

Durante o mês de novembro o CON divulga informações sobre a prevenção e a detecção precoce do câncer de próstata.

O objetivo de falar sobre o assunto é fazer, também, que o tabu dos exames seja extinto, visto que cuidar da saúde também é coisa de homem. 

A masculinidade e o pré-conceito muitas vezes criam barreiras com relação às formas de identificação da neoplasia

A campanha do Novembro Azul foi lançada no ano de 2003, tendo sido aplicadas diferentes tipos de estratégias para a conscientização da população. 

É importante destacar que, informações sobre prevenção, devem ser compartilhadas com o maior número de pessoas possível, para que o acesso seja facilitado.

Nem sempre é só o homem que deve ser impactado, pois mesmo sendo o foco das ações neste mês, a família também é de extrema importância. 

Como detectar o câncer de próstata precocemente?

Diversos tipos de câncer, quando detectados de maneira precoce, possuem maiores chances de cura, sendo fundamental manter a saúde em dia.

Para que isso aconteça, é aconselhável que consultas periódicas sejam realizadas em um médico especialista. 

O diagnóstico do câncer de próstata pode acontecer através de dois exames distintos, são eles:

  • Toque retal

Avalia o volume da próstata, sua consistência e a possível presença de nódulos endurecidos na glândula.

  • PSA

Proteína produzida pelas células da próstata, sendo detectada através de um exame de sangue específico.

Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir de 45 anos, com risco familiar e 50 anos, sem histórico de câncer de próstata na família, devem realizar os exames anualmente.

Fique atento aos principais sintomas:

  • Dor óssea;
  • Sangramento na urina e/ou sêmen;
  • Dor ao urinar;
  • Disfunção erétil;
  • Jato de urina fraco;
  • Vontade de urinar com frequência.

Caso esteja passando por uma dessas situações, não deixe de recorrer rapidamente ao urologista.

Além disso, algumas atitudes fazem total diferença quando o assunto é prevenção, confira algumas delas:

  • Alimentação saudável;
  • Praticar de exercícios físicos;
  • Evitar o consumo de álcool;
  • Não fumar;
  • Fazer regularmente os seus exames de rotina;
  • Consultar sempre o urologista.

Esses são alguns detalhes na rotina capazes de auxiliar na manutenção da sua saúde de forma positiva. Você pode e deve se cuidar! 

A atuação do CON durante o Novembro Azul e os tratamentos

O CON realiza ações de conscientização e atua de forma ativa em diferentes tipos de campanhas, agregando informações relevantes quando o assunto é cuidar da saúde.

Essa é uma das maneiras de facilitar o compartilhamento de dados, sintomas, tratamentos, dicas e muito mais! 

Tratamento humanizado e Programa Integralis

A missão do CON é cuidar de pessoas de maneira integral, oferecendo todo o suporte necessário para que a saúde seja restabelecida com qualidade de vida. 

Isso é possível através da dedicação de profissionais altamente capacitados, todos com especialização em oncologia. 

Isto significa mais segurança e precisão médica àqueles que procuram o CON como Centro de Saúde. 

Sentir-se acolhido é um diferencial que deixa os pacientes mais fortalecidos durante o tratamento, proporcionando maior conforto e confiança. 

Os serviços oferecidos pelo CON poderão ser encontrados nas nossas unidades, que estão presentes em 3 municípios do Rio de Janeiro: São Francisco – Niterói, Barra da Tijuca, Botafogo, São Gonçalo e Rio Comprido (Rede Hospital Casa). 

Conheça quais são eles:

  • Integralis

O Programa Integralis conta com assistente do cliente, acompanhamento conjunto do paciente, acompanhamento hospitalar exclusivo, atendimento integrado e multidisciplinar e farmácia clínica. 

Para saber mais acesse o nosso site clicando aqui.

  • Alô CON

Pacientes e familiares têm um canal de comunicação exclusivo no CON! Nossa equipe de enfermagem está disponível 24h por dia nos finais de semana e feriados. 

Confira como o ALÔ CON pode ajudar acessando aqui.

  • Farmácia Clínica 

Além de assegurar o uso de medicamentos de maneira correta e adequada, o Serviço de Farmácia Clínica do CON tem um papel importante na gestão do cuidado com o paciente oncológico.

Saiba mais ao acessar esse setor na nossa página

Equipe alinhada aos avanços científicos e tecnológicos

O conhecimento científico possui amplo valor para o CON, pensando nisso, contamos com o CON Inovação Estudos e Pesquisa, que possui o objetivo de incentivar o desenvolvimento técnico-científico da nossa equipe assistencial.

É através dele que podemos reforçar a qualidade do atendimento e dos serviços, oferecendo o que há de mais moderno nas áreas de oncologia e hematologia. 

Para fechar, voltamos a destacar que, a busca por um diagnóstico precoce do câncer de próstata faz total diferença, pois aumenta consideravelmente as chances de cura. 

Consulte um médico urologista de confiança periodicamente. 

O CON está sempre pronto para ajudá-lo. Conte com a nossa equipe!

#NovembroAzulCON


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27 de novembro de 2019 Equipe CONDicas e Orientações0

Data alerta sobre importância de hábitos preventivos e do diagnóstico precoce para o combate ao câncer

O Dia Nacional de Combate ao Câncer – 27 de novembro – foi instituído, em 1988, pelo Ministério da Saúde, com a finalidade de ampliar o conhecimento da população sobre as formas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, estima-se para o biênio 2018-2019 a ocorrência de 600 mil novos casos de câncer no Brasil, para cada ano. 

O tumor com maior incidência em ambos os sexos é o câncer de pele não melanoma. Os outros cânceres mais incidentes são:

  • Próstata;
  • Mama;
  • Intestino;
  • Pulmão;
  • Estômago;
  • Colo do útero;
  • Cólon e reto;
  • Cavidade oral;
  • Sistema nervoso central;
  • Leucemia;
  • Esôfago.

As causas para o surgimento do câncer vão desde motivos externos – como o ambiente, costume ou hábitos – até fatores internos, como fatores hereditários. 

De uma forma geral, para reduzir o risco da doença é recomendada a adoção de hábitos saudáveis de vida, incluindo uma alimentação balanceada, equilibrada e rica nos mais diversos nutrientes; a prática regular de atividades físicas para combater a obesidade e o sedentarismo; não fumar; não ingerir bebida alcoólica em excesso; além de evitar exposição excessiva ao sol.

Outro fator para redução dos riscos é a detecção do câncer em estágio inicial, fase com maiores taxas de sucesso no tratamento.

“Sabe-se que o avanço da tecnologia com métodos de imagem como a mamografia 3D, a tomografia computadorizada de tórax de baixa dose de radiação e a biópsia prostática guiada por ressonância magnética são fundamentais no diagnóstico precoce do câncer”, afirma o Dr. Bruno França, oncologista clínico e diretor médico do CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão. 

O especialista destaca, ainda, a necessidade de consultas regulares com mastologistas/ginecologistas, pneumologistas e urologistas, na busca pela prevenção e detecção precoce das respectivas neoplasias malignas.

Mais recentemente a revolução oncológica tem ocorrido através da incorporação dos agentes imunoterápicos, dos novos compostos de terapia alvo, das técnicas de cirurgia minimamente invasiva robótica, dos novos conceitos de terapias agnósticas baseadas em alterações moleculares e independentes de sítio primário e pelas novas terapias de manipulação celular de caráter individualizado.

Informações: https://www.con.com.br/.

 


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Para um diagnóstico precoce, cuide da sua saúde! 

No mundo, cerca de 13% de todos os novos casos de câncer são de pulmão, e a prevenção é essencial para a diminuição desse índice.

Atualmente, é a neoplasia que mais mata e o tabagismo está relacionado a 90% dos casos diagnosticados.

De acordo com o Dr. Bruno França, oncologista e diretor médico do CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão, os sintomas são percebidos, na maioria das vezes, tardiamente, quando a doença já se encontra em estágio avançado. 

Esses sintomas são, comumente: 

  • Tosse persistente;
  • Tosse com sangue;
  • Falta de ar;
  • Dor torácica;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso sem causa aparente;
  • Cansaço extremo, entre outros.

Ao longo da vida, o tabaco pode aumentar o risco de desenvolvimento do câncer de pulmão, cerca de 30 a 40 vezes. 

Além disso, os fumantes passivos também correm sérios riscos, tendo de 2 a 3 vezes mais chances de desenvolver tal neoplasia. 

Outros fatores que podem acarretar em câncer de pulmão são: 

  • Exposição a substâncias químicas, como asbestos, radônio, etc.;
  • Pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); 
  • Pessoas submetidas a tratamento prévio de radioterapia que tenha atingido os pulmões.

“Um dos maiores desafios é o diagnóstico precoce para que possamos aumentar a chance de cura, que só é possível quando a neoplasia é descoberta em estágios iniciais. Outro grande desafio é a conscientização, principalmente da população jovem, a abandonar ou não iniciar o hábito do tabagismo, o que seria o fator de maior impacto na redução da incidência desta doença tão letal”, alerta Dr. Bruno.

O diagnóstico precoce da doença é essencial para aumentar as chances de cura

Para o rastreio do câncer de pulmão, o melhor exame é a tomografia computadorizada de tórax de baixa dose de radiação. Entretanto, devido à dificuldade em realizá-la, pode-se optar pela tomografia de tórax convencional. Esses exames são destinados aos grupos de risco, como os tabagistas.

Apesar dos números alarmantes, há otimismo quando se fala no tratamento deste tipo de tumor. 

Estudos recentes apontam a imunoterapia como um tratamento cada vez mais relevante para o câncer de pulmão, com ganhos em sobrevida e taxa de resposta. 

Ainda, a terapia ajuda a melhorar a eficácia de alguns tratamentos que há muito não tinham evolução, como a quimioterapia.

“A imunoterapia é realizada através de medicamentos que estimulam o sistema imune do próprio paciente a agir contra o tumor. Atualmente, o tratamento está disponível para os pacientes com doença avançada e localmente avançada, conforme ratificado nos últimos congressos americano e europeu”, explica o oncologista.

Além disso, foram registrados avanços em outros tratamentos para o câncer de pulmão. Um exemplo é a terapia alvo molecular, onde são usados medicamentos individualizados que tenham maior possibilidade de êxito, com menores efeitos adversos. 

Também, é uma terapia que evolui a cada dia com novos alvos descobertos e novas drogas desenvolvidas.

Ainda hoje, a melhor forma de prevenir o câncer de pulmão é não fumar. Se já for fumante, o indicado é parar o mais depressa possível.

 Outras fontes de informação:

http://bit.ly/322KhnL

 


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O estômago é um órgão frequentemente acometido pelo câncer. Existem alguns tipos que podem acometer este órgão, sendo o adenocarcinoma o mais comum, responsável por cerca de 95% dos casos.

É mais comum em homens e ocorre mais comumente a partir dos 50 anos, sendo seu pico de incidência próximo aos 70 anos. Segundo dados do INCA, é o terceiro mais incidente em homens e o quinto mais incidente em mulheres.

No ano de 2016 foram 20.520, sendo 12.920 homens e 7.600 mulheres, com uma mortalidade estimada no ano de 2013 de 14.182 casos.

O câncer gástrico é uma doença geralmente silenciosa e com sintomas poucos específicos, o que dificulta muito o diagnóstico precoce da mesma. Os sintomas que geralmente ocorrem são perda de peso, saciedade precoce e vômitos após refeições.

Prevenção

Por este motivo, é muito importante prevenir esta doença, o que deve ser feito com as seguintes ações:

  • manter uma dieta balanceada (composta de vegetais e frutas),
  • evitar ou cessar o tabagismo
  • restringir o consumo do álcool

Existem algumas doenças que são predisponentes ao câncer de estômago e, portanto, devem ser tratadas o mais precocemente possível, como: anemia perniciosa, lesões pré-cancerosas (como gastrite atrófica e metaplasia intestinal), e infecções pela bactéria Helicobacter pylori (H. pylori).

Tratamento

Após o diagnóstico da doença, seu tratamento e prognóstico dependerão do estágio no qual a doença foi diagnosticada. Apesar do avanço nas terapias antineoplásicas, este continua sendo um câncer com mortalidade alta, o que mostra ainda mais a importância de ações preventivas.

Obrigado pela leitura.

Dr. Bruno Araújo França

Oncologista e Diretor Médico do Grupo CON


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